Domingo lúdico!

Esse domingo fizemos um painel com o tema lúdico,desta vez foi sobre "Chápeuzinho vermelho e o lobo mau". Pintaram Kel,Odrus e Eu,tivemos como colaboradores o Pedro e João Pedro...Tivemos também o stress  com um tiozão "vizinho"...que encheu o saco..e depois pagou uma caixinha de gelada e ficou "xonado" na kel ...kkkkkkkkkkkkk Coisas da rua!!!





TAGS/GRAFFITI


Graffiti - Tags

Após a matéria do jornal, "The New York Times", sobre o graffiti, muitas pessoas aderiram o movimento e começaram a escrever seus nomes e apelidos pelas paredes das cidades, foi uma nova maneira de ser reconhecido e ganhar fama.
O primeiro caminho, foi buscar originalidade e transformar sua tag (assinatura) única. Foram desenvolvidos vários estilos caligráficos. Os escritores aprimoraram suas tags com setas, estrelas, aspas e outros "adereços" para enriquecer suas assinaturas. Por exemplo, coroas são usadas para escritores que se denominam o rei das ruas.
Wayne Roberts, um americano do Bronx, New York, foi considerado um superstar do universo do graffiti. Ele assinava "StayHigh 149", ele foi bem ativo nas décadas de 60/70. Além de sua tag, StayHigh 149, inovou criando um ícone gráfico, de um boneco fumando um cigarro com uma coroa. Esse ícone foi usado em um programa da TV britânica, chamado The Saint. O detalhe é que o boneco não tinha o cigarrinho.
StayHigh 149 foi destaque no documentário de 2004 "Just to Get a Rep".


FONTE: @avantgraff

Pecusor da PICHAÇÃO Brasileira - CÃO FILA K26


CÃO FILA K26

No fim dos anos 60 e inicio dos anos 70 era uma enigmática e onipresente a frase “Cão Fila K26” escrita em muros, placas e barrancos de todo país. O autor da pichação se chamava Antenor de Lara Campos Filho, popularmente conhecido como “Tozinho”.

Filho de um grande exportador de café, Tozinho viveu confortavelmente no fim dos anos 60 em uma ilha que herdou de sua mãe, na represa Billings, na grande São Paulo e lá criou cães da raça Fila Brasileiro.

Para promover seu negócio, saia em uma caminhonete carregada de tintas, chegou a ir até Manaus, deixando sua marca por onde passou. A sigla “K26” se referia ao KM 26 da estrada Alvarenga, onde residia.

Durante a ditadura militar, chegaram achar que “Cão Fila K26” era uma frase politica, mas Tozinho foi convidado a dar uma entrevista em uma rádio, onde negou e se declarou a favor do regime militar. Nunca foi preso e ganhou um prêmio internacional de propaganda por ter inventado uma nova mídia de divulgação.

Ecologista nato montou a Associação de Criadores de Cão Fila Brasileiro, ele brincava que iria transformar a raça de cães mais popular que a banana.

Além de ser precursor na pichação brasileira, também foi campeão de halterofilismo, motonáutica e esqui aquático, além de ser baterista e pistonista.
Tozinho usava dois palavrões a cada três palavras dita, às vezes era rude, mas sempre foi leal aos amigos. Chegou a criar mais de 200 cães da raça Fila de uma vez.

O pichador morreu aos 87 anos de idade em 29 de abril de 2012, por falência múltipla dos órgãos, não chegou a ter filhos e nem se casar, apesar de ter sido mulherengo.


FONTE:  @avantgraff

MUNDEZ/BRASÍLIA57





MUNDEZ,exposição onde o graffiti e a arte contemporânea dialoga com grandes obras modernistas;celebrando os 10 anos do MUSEU NACIONAL DA REPUBLICA .Consolidando o graffiti candango! Parabéns a todos os amigos que estão nessa exposição,parabéns equipe do MUSEU NACIONAL pela oportunidade de presentear toda Brasilia com esse acervo maravilhoso!!!Vale a pena ver como interação desses artistas com com os 2 séculos das artes tupiniquins, Antonio Delei, Brixx Furtado, Flávio Soneka, Gilmar Gake, Gilmar Satão, Guga Baygon, João Sowtto, Michelle Cunha, Mikael Omik, Odrus, Tiago Botelho e Toys Daniel, são os artistas do Grafite que interagem com as citadas obras do acervo.
Alexandre Rangel, Antônio Obá, Bené Fonteles, Corpos Informáticos, Elyeser Szturm, Ernesto Neto, João Angelini, Josafá Neves e Renato Matos é outro grupo de artistas da cidade convidado a participar da exposição.
                                             soneka


                                           sowtto


                                          omik


                                           odrus




fotos:Paula Pratini 
SERVIÇO
Exposição Mundez/Brasília 57
Abertura: 19/4, às 20h
Visitação: 20 de abril a 4 de junho
Local: Museu  Nacional – Esplanada dos Ministérios
Visitação: De terça a domingo das 9h às 18h30
Entrada Franca

Equilibre-se

“Não acrediteis numa coisa apenas por ouvir dizer. Não acrediteis na fé das tradições só porque foram transmitidas por longas gerações. Não acrediteis numa coisa só porque é dita e repetida por muita gente. Não acrediteis numa coisa só pelo testemunho de um sábio antigo. Não acrediteis numa coisa só porque as probabilidades a favorecem ou porque um longo hábito vos leva a tê-la por verdadeira. Não acrediteis no que imaginastes, pensando que um ser superior a revelou. Não acrediteis em coisa alguma apenas pela autoridade dos mais velhos ou dos vossos instrutores. Mas, aquilo que por vós mesmos experimentastes, provastes e reconhecestes verdadeiro, aquilo que corresponde ao vosso bem e ao bem dos outros - isso deveis aceitar, e por isso moldar a vossa conduta” 
                                                                                                                                                        Buda. 

visita a escola na Zona da mata

Mais sobre minha passagem por Juiz de Fora, dessa vez a convite da Professora Thais,juntamente com representantes do COLETIVO VOZ DAS RUAS ,fomos ter um bate-papo com educandos sob da escola de ensino médio,Falamos sobre o HIP HOP, e ainda teve uma breve demostração de break  e pintura colaborativa,a qual antecipadamente falei sobre o graffiti,estilos e histórico... está ai o resultado! Lembrando que o HIP HOP aqui é usado como ferramenta de transformação social,o graffiti em especifico como agente de construção de pertencimento ao local.
















FUJA DA AUTOSABOTAGEM


Sonhar pequeno, pensar apenas nas dificuldades, desistir antes de tentar tem nome: autosabotagem, e muitas vezes nem percebemos que isso acontece. 

Hoje vou dedicar 5 idéias para combater esse vilão:

1. Elimine a frase "É difícil para eu fazer"
Quem costuma responder a convites para jantar, participar de um projeto ou ir a uma festa e conhecer gente nova com "Não posso, é difícil para mim" tende a se contentar com menos do que merece em todas as áreas. "Essa é uma forma de transformar qualquer desejo em sonho impossível", comenta Jorge Forbes, autor do livro "Você Quer o Que Você Deseja?"  A negativa pronta, sempre na ponta da língua, serve como um escudo para se proteger das coisas novas. Tente fazer uma experiência: "Proíba-se por uma semana de falar : É difícil ou frases negativas neste sentido. Diga apenas quero ou não quero e veja quantas possibilidades irão se abrir", sugere Jorge. "Será uma espécie de período de abstinência do vício de dar justificativas para tudo, o que criará uma conexão direta com seus desejos mais verdadeiros."
2. Não se pergunte "O que preciso ter para conseguir o que eu quero?"
Se fizer isso, você logo descobrirá que não adianta sonhar com aquela viagem maravilhosa, o negócio próprio ou uma mudança de carreira, porque falta dinheiro, tempo, amigos, sócio, conhecimentos... Adriana Medeiros, autora de O Dia da Mudança, sugere fazer outra pergunta: "É possível?" Sem derrubar seus sonhos de cara, a indagação também funciona como antídoto contra planos megalomaníacos. Exemplo? Se uma secretária de 40 anos quer ser atleta de elite, verá, ao se questionar, que isso não é factível, ainda que possa correr como amadora e até participar de maratonas. "Mas, se ela quiser realizar um desejo antigo de ser enfermeira e ajudar pessoas? Isso, sim, é possível, desde que se disponha a voltar a estudar", diz Adriana.
3. Controle o medo de obter sucesso e aparecer
É muito mais confortável e seguro permanecer no mundinho que já estamos e conhecemos tão bem, do que botar a cara na rua para as pessoas nos validarem - ou nos odiarem. Ok, estar no topo, sob os holofotes, pode significar tornar-se um alvo mais fácil de críticas e de inveja. Mas ter receio de brilhar por causa disso pode levar a um nefasto estado de estagnação, a parar de lutar por seus sonhos mais caros. Segundo Forbes, "O medo do risco e de sair da acomodação induz à conclusão óbvia de que algo 'não é para mim'". "É perigoso ir atrás do que se quer." Sim, qualquer realização dá trabalho, exige disposição para sair da zona de conforto e envolve perigos. Mas ousar vale a pena. Só assim você terá a chance de inscrever no mundo sua singularidade, imprimir sua marca pessoal e intransferível, seja fazendo o que mais gosta, seja criando um filho, escrevendo um livro, ou simplesmente brilhando na vida na sua carreira.
4. Pare de se queixar e curta suas realizações
Apenas reclamar de um relacionamento insatisfatório, e não fazer nada para resolver isso, apenas sustenta a acomodação. É fácil reclamar, mas o que você tem feito para melhorar? Qual a sua contribuição para a sua felicidade? Valorize as suas conquistas, isso aumenta a sua coragem, auto-estima e persistência nas horas mais difíceis. Adriana Medeiros fala que "A felicidade é um estado de espírito, não depende de coisas externas. Você chegará a ela sabendo o que realmente importa para si, amando o que já conquistou sem se comparar com os outros e se perdoando por erros que fazem parte de qualquer percurso".
5. Mude de ideia: sonhos não se realizam por mágica
Você não terá uma vida impecavelmente feliz depois que seus sonhos se realizarem. O desejo de que tudo seja tão perfeito quanto imaginamos, causa frustração. A idealização embaça a noção de realidade e nos faz sonhar com o que é inatingível. Resultado: se não podemos ter a perfeição, podemos acabar nos contentando apenas com o que recebemos, ainda que não seja bem o que queríamos. Para não cair nessa cilada, saiba que as grandes realizações são sempre resultado de muito planejamento, empenho e suor, em um processo que envolve um razoável número de tentativas e erros. Então, comece a fazer planos detalhados e realistas para conseguir o que merece.
E AJA! Sem ação, não há sonho que se concretize!

AGOSTO NEGRO - 2016 OFICINA SANTA CÂNDIDA

Segunda ação foi uma oficina na escola Santa Cândida,aconteceram as oficinas de discotecagem com (Dj Kamarão), breaking (b.boy Rudy),poesia com (Renan inquérito) e a oficina de graffiti ficou por minha conta.Falei do histórico do graffiti e do hip hop,estilos e influencias culminando em um painel colaborativo onde foi ensinado técnicas básicas de graffiti-art
















AGOSTO NEGRO - 2016

O EVENTO AGOSTO NEGRO ,iniciou pra mim com um bate papo com secundarista de JUIZ DE FORA, na Biblioteca de Santa Cândida falei sobre o histórico do HIP HOP, sobre o rap nacional,protagonismo juvenil,pro-atividade,motivação,empreendedorismo social,empoderamento.