oficina no CIAP

A convite da profª Denise,fizemos Jymmy e eu uma oficina a alguns internos do CIAP,tivemos inicialmente uma conversa e depois iniciamos um painel colaborativo com boa participação dos internos...tivemos uma boa recepção,um bom material.






PLANALTINA 152 Anos!!!

dia 19 de Agosto,Planaltina fez 152 anos e o SPRAY ATÔMICO deu sua contribuição...A convite da D.R.E confeccionamos através de oficina com adolescentes dois painéis.PARABÉNS PLANALTINA (apesar de tudo)tenho orgulho de ser morador daqui!!!TEMOS MUITO A CONTRIBUIR E INFLUIR NA ARTE LOCAL!!!!




Grafite no metrô: Sesi-DF e Globo Brasília levam exposição ao cidadão
Data: 9/8/2011
A exposição de Grafite "Pintando minha Capital" chega à Estação Galeria do Metrô-DF com trabalhos participantes do concurso promovido pelo Serviço Social da Indústria (Sesi-DF), em parceria com a Rede Globo Brasília. A exposição estará aberta ao público a partir do dia 9 de agosto, e conta com 12 obras selecionadas pelo concurso em homenagem ao cinqüentenário de Brasília, realizado em 2010. A abertura será às 10 horas, com apresentação de breaking do grupo "Jovem de Expressão", selecionado pela Central Única das Favelas (Cufa), apoiadora da iniciativa. A mostra ficará aberta ao público de segunda a domingo, até o dia 10 de setembro, no horário de funcionamento do metrô.

As obras serão exibidas em uma ação itinerante, levadas a diversos espaços artísticos e empresas brasilienses, apreciadas por grande número de trabalhadores e representantes da comunidade. “O projeto visa, no aspecto educativo e sócio-cultural, desenvolver o conhecimento pela arte do grafite a fim de levar ao conhecimento público diversificado um novo olhar para a cidade, valorizando a cultura e aproximando o artista de rua a públicos variados”, destacou Rafael Oliveira, gerente de esporte, cultura e lazer do Sesi.
Uma das principais atribuições desta exposição é promover a cidadania, além de valorizar e preservar o Patrimônio Público do DF. Por meio da exposição, o Sesi intenciona o resgate do orgulho de viver em Brasília, expressando a beleza da Capital e desenvolvendo o interesse da comunidade pela cultura do grafite. Expor as obras dos artistas selecionados em diferentes locais homenageando a cidade e seus moradores é outro objetivo da mostra.
Os trabalhos expostos são compostos por gravaturas, com técnica de grafite, tendo como temas as paisagens e a arquitetura de Brasília. Os artistas e seus trabalhos apresentados são Tito e “Athos: o artista e a arte”; Nudof e “Brasília com Amor”; Tomb e “Octopus”; Duart e “Pôr-do-sol na Capital Cerrado”; Elom e “JK”; Manok e “ O Candango”; Kane e “Céu de Brasília, Traço do Artista”; Pena e “Descoteteando a Capital”; Soneca e “Minha Capital!”; Karek e “Opa!Arte!”; Fulano e “Cidade Futurista”, e Wood e “Eu e Brasília”.
“O propósito do Sesi com esta iniciativa é tornar acessível a um grande número de pessoas a bela homenagem feita à construção de Brasília, com suas personalidades, monumentos e paisagens em uma linguagem atual e popular: o grafite. O projeto valoriza o artista e sua obra, atingindo principalmente o público jovem e resgatando o orgulho de quem mora aqui”, destacou a técnica em formação cultural do Sesi, Flávia Lucci.
Futuramente, o projeto da exposição pretende expandir suas ações, levando sua arte a outras instituições e espaços públicos da Capital como o Aeroporto de Brasília, o Espaço Cultural da 508 Sul, além de empresas do DF. Entre outros planos do projeto, está a realização de concurso com foco em temas de relevância como o Meio Ambiente.





Fonte: Comunicação CUFA DF

BL3K LE RAT,UM VERDADEIRO PIONEIRO

Nascido em França, por volta de 1952, Xavier Prou, também conhecido por Blek Le Rat, foi um do pioneiros do graffiti em Paris e o maior pioneiro da arte urbana em stencil.

Começou o seu trabalho em 1981, fazendo stencils de ratos pelas ruas de Paris. O motivo dele escolher os pequenos roedores, deve-se ao facto de ele descrever os ratos como "os únicos animais livres da cidade", e pelo facto de "espalharem pragas por todo o lado, tal como a arte urbana". A assinatura dele, "Le Rat", deve-se a esta característica dele e também serve como anagrama para "Art". Vejam alguns trabalhos em baixo.










Foi influenciado numa visita a Nova Iorque após ter observado a arte urbana da cidade. Pouco depois, decidiu que queria fazer algo do género, mas em Paris, e, devido às diferenças arquitectónicas e estilísticas das duas cidades, tentou arranjar algo inovador e diferente. Daí nasceu o pictorial stencil (feito também com imagens e não só com letras).

Já chegou a ser preso, provavelmente mais do que uma vez. A partir desse momento, decidiu adoptar um workflow mais rápido e com menos repercussões, usando assim pre-stencilled posters, o que lhe facilitou bastante o trabalho. Ele foi de facto um pioneiro no stencil art e muitos artistas recentes inspiraram-se nele, tanto na sua metodologia como na sua mensagem. Um exemplo conhecido, é o Banksy, e muitas pessoas dizem que ele copia o Blek apesar de o próprio não achar, e ficar feliz por ter artistas a inspirarem-se nele.

Blek Le Rat, um verdadeiro pioneiro com uma verdadeira mensagem.

texto de:
Alexandre Cunha - ako_bmx@hotmail.com



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DF ZULU/SPRAY ATÔMICO

DF ZULU E AMIGOS NO CCBB

CCBB oferece oficinas de grafiti para crianças
12/07/2011 - As oficinas serão comandadas pelos grafiteiros e acontecerão sempre aos domingos de julho


Nos domingos 03, 10, 17 e 24 de julho, das das 14h às 17h30, e na terça-feira, 26, das 19h30 às 21h30, o Centro Cultural Banco do Brasil realiza respectivamente quatro oficinas de grafiti para crianças e adolescentes e um debate sobre grafite e inclusão social, dando continuidade ao programa Radiografia Cultural: Periferia e Arte no DF.

As oficinas serão comandadas pelos grafiteiros do DF Anderson Fokker (no domingo 03), Flávio Soneka (10), Felipe Rdoze (17) e Fábio Pena (24), no vão livre do CCBB, onde serão instalados grandes painéis de madeira para a criançada grafitar à vontade. Na terça, 26, os grafiteiros Gilmar Cristiano Enéas (Satão), da DF Zulu, e a paulistana Nina Pandolfo discutem o tema Grafite e Inclusão Social, com mediação da pesquisadora e professora da Universidade de Brasília, Mariza Veloso.

O programa Periferia e Arte no DF tem por objetivo mapear algumas das principais manifestações artísticas que, por meio da cultura, estão incluindo socialmente jovens que vivem nas cidades satélites.

Serviço:

Oficinas de grafite para crianças e adolescentes
Data: 03, 10, 17e 24 de julho
Horário: 14h às 17h30
Local: Vão livre do CCBB
Debate: dia 26, das 19h30 às 21h30
Debatedores: Gilmar Cristiano Enéas (Satão) e Nina Pandolfo
Mediação: Mariza Veloso
Local: Auditório



MAIS ARTE NO BRASIL...


Publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (25) a Lei nº 12.408/11 que altera o art. 65 da Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para descriminalizar o ato de grafitar, e dispõe sobre a proibição de comercialização de tintas em embalagens do tipo aerossol a menores de 18 (dezoito) anos.

Segue abaixo a íntegra da lei:

“LEI Nº 12.408, DE 25 DE MAIO DE 2011.

Art. 1o Esta Lei altera o art. 65 da Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, dispondo sobre a proibição de comercialização de tintas em embalagens do tipo aerossol a menores de 18 (dezoito) anos, e dá outras providências. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 2o Fica proibida a comercialização de tintas em embalagens do tipo aerossol em todo o território nacional a menores de 18 (dezoito) anos.

Art. 3o O material citado no art. 2o desta Lei só poderá ser vendido a maiores de 18 (dezoito) anos, mediante apresentação de documento de identidade.

Parágrafo único. Toda nota fiscal lançada sobre a venda desse produto deve possuir identificação do comprador.

Art. 4o As embalagens dos produtos citados no art. 2o desta Lei deverão conter, de forma legível e destacada, as expressões “PICHAÇÃO É CRIME (ART. 65 DA LEI Nº 9.605/98). PROIBIDA A VENDA A MENORES DE 18 ANOS.”

Art. 5o Independentemente de outras cominações legais, o descumprimento do disposto nesta Lei sujeita o infrator às sanções previstas no art. 72 da Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998.

Art. 6o O art. 65 da Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 65. Pichar ou por outro meio conspurcar edificação ou monumento urbano: Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa.

§ 1o Se o ato for realizado em monumento ou coisa tombada em virtude do seu valor artístico, arqueológico ou histórico, a pena é de 6 (seis) meses a 1 (um) ano de detenção e multa.

§ 2o Não constitui crime a prática de grafite realizada com o objetivo de valorizar o patrimônio público ou privado mediante manifestação artística, desde que consentida pelo proprietário e, quando couber, pelo locatário ou arrendatário do bem privado e, no caso de bem público, com a autorização do órgão competente e a observância das posturas municipais e das normas editadas pelos órgãos governamentais responsáveis pela preservação e conservação do patrimônio histórico e artístico nacional.” (NR)

Art. 7o Os fabricantes, importadores ou distribuidores dos produtos terão um prazo de 180 (cento e oitenta) dias, após a regulamentação desta Lei, para fazer as alterações nas embalagens mencionadas no art. 2o desta Lei.

Art. 8o Os produtos envasados dentro do prazo constante no art. 7o desta Lei poderão permanecer com seus rótulos sem as modificações aqui estabelecidas, podendo ser comercializados até o final do prazo de sua validade.

Art. 9o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 25 de maio de 2011; 190o da Independência e 123o da República.

DILMA ROUSSEFF
José Eduardo Cardozo
Fernando Damata Pimentel
Izabella Mônica Vieira Teixeira
Anna Maria Buarque de Hollanda
Esse painel quase não o terminamos...Jymmy e eu estavamos esperando o odrus e next2(rio) para pintarmos nele,só que no mesmo dia vieram aqui pra casa o guga baygon,wow e o lebre ,conclusão tivemos que procurar um muro maior...(é o rolê do post passado)só agora tivemos tempo para conclui-lo...

PAZ E LUZ!!


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Depois de varias tentativas enfim conseguimos pintar...iniciamos as 16h!foi uma segunda "mardita"...o odrus perdeu a chave de casa...o miguel perdeu a chave do carro...eu jymmy iniciamos a pintura e depois deixamos pela metade porque apareceu o guga baygon,o lebre,odrus e next2 pra pintar e a parede era pequena,fomos pintar no setor tradicional mais não rolou de pintar porque o dono do muro iria vender o lote...fomos pra casa do DEKO enfim pintamos...tá aí o resultado:







RADIOGRAFIA CULTURAL-PERIFERIA E ARTE NO DF


Foram meses de reunião enfim está tudo certo!





Brasília ganha um presente apropriado para seus 51 anos. O programa Radiografia Cultural: Periferia e Arte no DF acontece de abril a dezembro de 2011 no CCBB, UnB, nas ruas ao redor do Conjunto Nacional e em vários outros locais públicos. A abertura foi no dia 26 de abril (terça) às 19:30 no Teatro do CCBB, com o debate Periferia e Cultura de Resistência com os rappers Rappin Hood e GOG, com mediação de José Arbex Jr.. O encontro é seguido de apresentação com a dupla.

O projeto destaca a arte que é feita no Entorno no momento em que a cidade completa 51 anos e se vê voltada para o mundo com a futura visibilidade que terá durante a realização de eventos de grande proporção. O programa trará ao público uma série de discussões seguidas de atrações especiais reunindo artistas, jornalistas e intelectuais. Quatro saraus acontecem no Deck do CCBB na terças de maio (10, 17 e 24) das 19:30 às 21:00.

A curadoria de é da jornalista Beatriz Carolina Gonçalves e do produtor Luiz Nunes e prevê um ciclo de debates, saraus, mostra de vídeos produzidos por coletivos da periferia, shows de hip-hop e de rock, oficinas de grafite para crianças, encenação de peças teatrais e a difusão da programação de três rádios comunitárias.

No dia 31 de maio, o sarau aconteceu a partir das 18 horas. A mesa-redonda sobre Literatura e Cidadania aconteceu das 19:30 às 21:30 com os poetas do DF Vinícius Borba (Radicais Livres), Élton Skartazini (Sarau Complexo), Ruiter Lima (Tribo das Artes), Haroldo Porto (Poeme-se) e Geraldo Toledo (Cia Art Cum), além de Sergio Vaz, fundador do mais antigo e famoso sarau da periferia paulistana: a Cooperifa. O poeta Nicolas Behr foi o mediador da discussão.

O debate Rap e Rock no DF acontece no dia 28 de junho a partir das 19:30 com a participação do músico, jornalista e cineasta Gil Pedro, diretor do curta Rock Ceilândia, e de Alessandro Oliveira, da banda 10zer04, que faz apresentação especial logo após o debate.

Nos domingos de julho das 14:00 às 17:30, as crianças tem a oportunidade de realizar oficinas de graffiti no vão livre do CCBB, com Felipe Rdoze, Fábio Pena, Flávio Soneka e Anderson Fokker. O espaço receberá grandes painéis de madeira para a criatividade rolar solta. No dia 26 de julho (terça), os grafiteiros que ministraram oficinas se juntam a Nina Pandolfo e a Satão, presidente da DF Zulu, para discutir o tema Grafite e Inclusão Social,ás 19h30, no Auditório;Mediação fica por conta Mariza veloso

Cinema na Favela é o tema do dia 23 de agosto, com o cinesta Adirley Queiróz, autor de Rap – O Canto da Ceilândia, discute com o diretor Peu Pereira, do coletivo Arte na Periferia, de São Paulo.

Uma mostra de vídeos acontece de 24 de agosto a 02 de setembro, em diversos locais com obras produzidas por coletivos da periferia do DF e da periferia paulistana.

A iniciativa de instalar nove tótens com a programação de rádios comunitárias é uma intervenção urbana que acontece no CCBB, UnB e Setor Bancário Sul. Com três tótens em cada local as rádios Utopia, Fercal FM e Comunidade FM mandam o recado.

No dia 27, das 19:30 às 21:30 será realizado o debate Ondas Livres no Ar, com a participação de Fernando de Oliveira Paulino, da UnB, e do radialista Batista Filho.

No dia 25 de outubro, das 19:30 às 21:00, Fabi, das Crew BSB Girls, e a rapper Nega Gizza debatem o tema Rap e Break Dance: um Olhar Feminino, com mediação da jornalista Julliany Mucury. Após o debate, haverá apresentação das Crew BSB Girls, com Nega Gizza.

A Brava Companhia, que nasceu e está ligada aos movimentos culturais da periferia de São Paulo, faz duas apresentações em novembro no DF: no dia 29, às 13h, na Praça das Fontes, em frente ao Conjunto Nacional e no dia 30, também às 13h, na Praça do Relógio, no centro de Taguatinga. No dia 29, das 19h às 20h, o grupo do DF Boi de Sobradinho, do Mestre Teodoro Freire, se apresenta no vão do CCBB, abrindo o debate sobre Teatro na Rua, que contará com a participação de Mestre Teodoro Freire, diretor do Boi de Sobradinho, e de Fábio Resende, diretor da Brava Companhia.

Fechando o projeto, no dia 06 de dezembro, das 19h30 às 21h30, o DJ Raffa Santoro e o rapper Thaíde discutem O Futuro do Hip-Hop e se apresentam logo após o bate-papo com o público.

Programação Completa:



26 de abril

PERIFERIA E CULTURA DE RESISTÊNCIA

Debate: das 19h30 às 21h30

Debatedores: Rappin Hood e GOG

Mediação: José Arbex Jr.

GOG + Rappin Hood

Local: Teatro CCBB


10, 17, 24 e 31 de maio (terças)



LITERATURA E CIDADANIA

Saraus: dias 10, 17 e 24, das 19h30 às 21h, e no dia 31, das 18h30 às 19h30

Mesa-Redonda: dia 31, das 19h30 às 21h30

Debatedores: Vinicius Borba, Élton Skartazini, Ruiter Lima, Haroldo Porto, Geraldo Toledo e Sérgio Vaz

Mediação: Nicolas Behr

Local: Deck do CCBB




28 de junho

Rap e Rock no DF

Debate: das 19h30 às 21h30

Debatedores: Gil Pedro e Alessandro Oliveira

Mediação: Gustavo Falleiros

Apresentação especiasl da Banda 10zer04

Local: Teatro CCBB


03, 10, 17, 24 e 26 de julho

Grafite e Inclusão Social

Oficinas de grafite para crianças: dias 03, 10, 17, 24, das 14h às 17h30, Local: Vão livre do CCBB

Debate: dia 26, das 19h30 às 21h30

Debatedores: Gilmar Cristiano Enéas (Satão) e Nina Pandolfo

Mediação: Mariza Veloso

Local: Auditório


23 de agosto e 2 de setembro

CINEMA NA FAVELA

Debate: dia 23, das 19h30 às 21h30

Debatedores: Adirley Queiroz e Peu Pereira

Mediação: Julliany Mucury
Local: Auditório CCBB

Mostra de Vídeos, de 24 a 28 de agosto, no cinema do CCBB
De 29 a 31 de agosto, na UnB, Auditório da Faculdade de Comunicação

Dias 01 e 02 de setembro, no audiotório do Campus da UnB de Planaltina

26 e 27 SETEMBRO

ONDAS LIVRES NO AR

Instalação de Tótens com a programação de rádios comunitárias do DF, no dia 26, na UnB e SBS, a partir das 14h, e no dia 27, no CCBB

Debate: dia 27, das 19h30 às 21h30

Debatedores: Fernando de Oliveira Paulino e Batista Filho

Mediação: Paulo Paniago

Local: Auditório CCBB

25 OUTUBRO

RAP E BREAK DANCE: UM OLHAR FEMININO

Debate: das 19h30 às 21h30

Debatedoras: Fabi (Crew BSB Girls) e Nega Gizza

Mediação: Julliany Mucury

Apresentação especial de Nega Gizza com as Crew BSB Girls

Local: Teatro CCBB

29 e 30 NOVEMBRO

TEATRO NA RUA

Apresentação 1: Brava Companhia, no dia 29, às 13h, na Praça das Fontes, em frente ao Conjunto Nacional

Apresentação 2: Boi de Sobradinho, do Mestre Teodoro Freire, no dia 29, das 19h às 20h, no vão livre do CCBB

Apresentação 3: Brava Companhia, no dia 30, às 13h, na Praça do Relógio, no centro de Taguatinga

Debate: dia 29, das 20h às 21h30

Debatedores: Henrique Machado e Fábio Resende

Mediação: Humberto Pedrancini

Local: Auditório CCBB


06 DEZEMBRO

O FUTURO DO HIP-HOP
Debate: das 19h30 às 21h30

Debatedores: Raffa Santoro e Thaíde

Mediação: Gustavo Falleiros

Apresentação especial de Raffa Santoro com participação de Thaíde

Local: Teatro CCBB

O debate Periferia e Cultura de Resistência abre a programação no dia 26 de abril (terça), com os rappers Rappin Hood, Genival Oliveira Gonçalves (GOG) e o filósofo Paulo Arantes, tem mediação do escritor e jornalista José Arbex Jr., da revista Caros Amigos.

Após o debate será realizada apresentação especial de Rappin Hood e GOG.

JÚLIA + BROTHERS=GRAFFITI

DEPOIS DE UM TEMPO CONSEGUIMOS PINTAR JUNTOS...E HOJE COM PRESENÇA DA MINHA FILHA JÚLIA,FOI UM ROLÊZINHO "DE LEVE" JÁ QUE HOJE ELA QUERIA PINTAR COM SPRAYS...ENTÃO PARTICIPOU DESDE A PINTURA INICIAL DO MURO,NOS DIVERTIMOS MUITO!!!

PAZ E LUZ!!!

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DFZULU/SPRAY ATÔMICO

Grafiteiros detidos terão galeria em pilastras do metrô de SP

Até o final do ano, as pilastras da avenida, do shopping D até o a estação Santana do metrô, devem deixar o cinza tradicional para dar lugar ao colorido dos grafites, com 77 painéis de diversos artistas.

Enquanto aguardavam o registro da ocorrência de crime ambiental, no dia 3 de abril no DPPC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania), por grafitarem as pilastras da estação, os artistas Chivitz e Binho resolveram elaborar um projeto, com a ajuda de Baixo Ribeiro, curador e proprietário da galeria Choque Cultural.

"Pensamos na delegacia que não era mais possível responder por crime. Somos artistas, reconhecidos pela cidade. A ZN é o nosso bairro, sempre pintamos na região e ali sempre é muito sujo. Foi uma surpresa para gente receber esse apoio", afirmou Chivitz.

Os grafiteiros procuraram Andrea Matarazzo, secretário de Cultura do Estado, que marcou uma reunião com o presidente do Metrô, Sérgio Avelleda.

"Além da galeria embaixo do metrô, o projeto prevê oficinas educativas e um local de exposições com curadoria deles [grafiteiros] no Parque da Juventude e na Biblioteca de São Paulo, não é uma coisa solta", afirmou Matarazzo.

Ribeiro ressalta que as oficinas educativas do projeto irão preparar o público para um novo estilo de arte e de urbanização.

"Estamos em um momento de transformação da relação artística com o publico, da qualidade de obra, um movimento de valorização desse tipo de arte. A intenção é que a população se sinta à vontade na sua cidade e dono do espaço público que é dele mesmo. Em vez de ficar olhando para um muro alto de condomínio, teremos uma pintura que leva a um lugar mais interessante, de reflexão", afirmou o o proprietário da galeria.

Para Avelleda, contribuir com o projeto é contribuir para uma cidade mais bonita.

"A gente ocupa o espaço da cidade e, normalmente, nossos espaços são cinzas. Ficamos muito feliz em contribuir com esse projeto cedendo nosso espaço, tirando o cinza, abrindo espaço para artistas. É um situação que, na nossa opinião, ganha o Metrô, que diminui necessidade de ficar limpando, ganha a cidade por causa da paisagem e ganha os artistas que podem expressar sua arte", afirmou Avelleda.

Chivitz afirma que, apesar dos artistas ainda terem problemas com a polícia, atualmente o grafite é mais bem aceito e o projeto irá facilitar a compreensão da arte de rua.

"Hoje em dia recebemos mais elogios do que reclamações, mas não podemos descartar essas reclamações. A parte educativa do projeto não será só para crianças, mas também para os educadores. Ainda há uma carência de informação muito grande sobre a arte de rua. O grafite é uma cultura que se aprende nas ruas e não nas escolas. Eles vão aprender com quem faz e não com quem escreve sobre", disse o grafiteiro.

Matarazzo afirmou que a arte urbana tem papel muito importante na revitalização e recuperação de alguns pontos de São Paulo, quebrando a "aridez" dos espaços. E citou o painel feito por Kobra na avenida 23 de maio --que retrata São Paulo antiga-- como exemplo.

"Eu mesmo polemizei muito quando estava na Secretaria de Subprefeituras porque apaguei muitos ditos grafites, que não eram grafites coisas nenhumas. Eu falava para eles, em determinados lugares não pode fazer. As pessoas cobram que estejam pintados, arrumados. Mas eu acho que conversando conseguimos disciplinar. O painel feito pelo Kobra é muito interessante, por exemplo, não está aquela poluição urbana, aquela coisa bagunçada, ao contrário, são espaços onde você consegue efetivamente apreciar um trabalho de qualidade e, por outro lado, para o pessoal que faz, os grafiteiros e muralistas, são espaços que permitem que eles mostrem um trabalho de qualidade", afirmou o secretário.





Carlos Cecconello/Folhapress


Na esquina da avenida Cruzeiro do Sul com a rua Ataliba Leonel ainda há grafites que não foram apagados
TAMANDUTEÍ

Os muros do terreno remanescente do canteiro de obras da estação Tamanduateí da linha 2-verde começaram a ser ocupados por grafite na semana passada.

As obras, pintadas entre as ruas Ibitirama, Amparo e Aníbal Pepe --todas no entorno da estação, na zona leste-- estão sendo realizadas por crianças e adolescentes assistidos pelo projeto Quixote --que cuida de crianças, jovens e famílias em complexas situações de risco social, por meio de atendimento clínico, pedagógico e social integrados.

Segundo o Metrô, o objetivo é incentivar jovens artistas e ajudar a promover inserção social, além de revitalizar o local das obras da estação.



texto folha de são paulo





PINTURA DO PAINEL FOI NO VALE DO AMANHECER,VILA PACHECO.PINTARAM JYMMY-LÉO E EU.FOMOS MUITO BEM RECEBIDO PELO CORPO DOCENTE E PELOS EDUCANDOS.

Oficina no ARAPOANGAS

FOMOS (JYMMY E EU) AO ARAPOANGAS A CONVITE DO MEU AMIGO VALERIANO,FAZER UMA OFICINA DE GRAFFITI-ART TIVEMOS UMA BOA RECEPÇÃO E UM BATE PAPO AGRADAVÉL .ONDE FOI FALADO SOBRE O HISTÓRICO DO HIP HOP COM ÊNFASE NO GRAFFITI FOI CONFECCIONADO UM PAINEL COM OS EDUCANDOS DA ESCOLA "CED DAG",QUE ALÉM DE TEREM PARTICIPADO DA OFICINA , EIS AÍ O RESULTADO:


1º CONCURSO DE GRAFFITI DO VALPARAISO


ESSE CONCURSO ESTÁ SENDO REALIZADO PELO GRUPO CULTURA JUDEC COM A CURADORIA DO GRAFFITEIRO KÚRIO,QUE SERÁ UM DOS JURADOS;JUNTAMENTE COM O TATUADOR E GRAFFITEIRO MANGOTE ENTRE OUTROS.COM APOIO DO GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS E OUTRAS ENTIDADES.MAIS UM EVENTO QUE ENGRANDECE E LEGÍTIMA O GRAFFITI LOCAL!!!!PARABÉNS A TODOS QUE ESTÃO NA ORGANIZAÇÃO!!!!O GRUPO SPRAY ATÔMICO FOI CONVIDADO PARA PINTAR NO EVENTO A TITULO DE INCENTIVO!!!MUITO AGRADECIDO AOS ORGANIZADORES EM ESPECIAL AO MEU AMIGO KURIÓ!!!!

uma jóia de animação ....

O animador Ryan Woodward produziu um curta de animação de uma qualidade absurda, que transpira beleza e suavidade em cada frame que passa. Veja e reveja essa pequena jóia ao som da linda canção ‘World Spins Madly’ do ‘The Weepies’.


Thought of You from Ryan J Woodward on Vimeo.

MAIS BIC





Mais um pouco de trabalhos com a BIC

ORGULHOSAMENTE DETIDOS-

Onze grafiteiros foram detidos pela Polícia Militar por volta das 12h deste domingo enquanto desenhavam em pilastras da estação Santana do metrô, na zona norte de São Paulo. No grupo havia artistas conhecidos, como a dupla Chivitz e Minhau, que assinou uma versão das sandálias Havaianas recentemente, e Binho e Presto, que já participaram de exposições de arte urbana.

Veja imagens dos grafites feitos na zona norte de SP











Todos foram ouvidos pela polícia e liberados, por volta das 19h. Apesar de terem argumentado, em depoimento, que não estavam pichando, eles admitiram não ter autorização para pintar as pilastras do metrô --e a lei não distingue pichação de grafite.

"Resultado: nós vamos responder por crime ambiental, porque a lei não diferencia o artista do vândalo", disse Binho, 39. Nenhum deles quis comentar sobre a forma da abordagem da polícia.

Os grafiteiros, acostumados a fazer painéis na zona norte, foram abordados depois que a PM recebeu uma denúncia pelo 190, de acordo com o delegado do DPPC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania), Paulo Peres.

"Grafitar sem autorização do poder público, nesse caso, que é o responsável [pelas pilastras do metrô], é enquadrado na lei ambiental", diz o delegado. "No artigo 65, os dois verbos estão lá: pichar e grafitar."

O delegado admite, porém, que denúncias contra grafite não são muito comuns --a pichação é mais mal vista pela população. E esse parece ser o argumento do grupo frente à polícia.

"Num minuto a gente estava pintando e passou um carro aplaudindo. Um minuto depois nós fomos presos", contou o grafiteiro conhecido como Ricardo AKN. "A opinião pública é a favor", completou Binho.

"O lugar era todo feio, todo cinza da tinta da prefeitura. Aquele é nosso presente pra cidade", acrescentou Nove, 27.

Todos os detidos reconheceram que já foram parados pela polícia outras vezes, mas disseram que geralmente um diálogo com os policiais e a interrupção da atividade "resolve a situação".

Desta vez, no entanto, eles terão de responder na Justiça. A pena máxima prevista para crimes ambientais é de um ano de prisão, mas, segundo o delegado Peres, a promotoria geralmente propõe uma "transação penal" --como prestação de serviços à comunidade, por exemplo.

Segundo o delegado, eles devem aguardar pela Justiça em liberdade por tratar-se de um "crime de menor potencial ofensivo".

POLÍTICA

Para Chivitz, 34, o que falta é uma política específica e clara sobre o grafite. "Isso faz com que as autoridades, em momentos oportunos, aprovem [o grafite], e em outros, critiquem a atuação dos jovens artistas", diz.

"Se a gente pedir autorização, dificilmente vai ter. Mas depois que a gente pinta, é tudo lindo e maravilhoso. Isso é um típico exemplo de como é fazer arte na cidade", diz Chivitz.

Ele lembra que parte dos grafiteiros que foram detidos hoje, do grupo conhecido como ZN Lovers, já promoveu eventos oficiais de grafite na zona norte --quando foi feito o mural no cruzamento da rua Duarte de Azevedo com a avenida Cruzeiro do Sul, em Santana.

A namorada dele, Minhau, 33, também foi detida. De acordo com ela --que pintava um gato colorido gigante numa pilastra quando foi abordada--, o grupo vai tentar agora negociar com a prefeitura o término dos desenhos, que ficaram pela metade.

Os grafiteiros disseram que estão "em diálogo" com autoridades municipais para legalizar a atividade em São Paulo.

fonte:folha.com



Bom ao meu ver o estado é um hipócrita sem tamanho,pois ele usa o graffiti em inumeros projeto sociais,o graffiti gera milhões na cidade de São Paulo e ainda o estado a todo dia ganha um acervo artista fenomenal sem nem um ônus e ainda,não se faz uma lei que diferencia esse trabalho é muito hipocrisia!!!!Mais uma vez parte da old school de sampa nos faz voltar o olhar para coisas tão fundamentais...a luta por melhorias...por respeito!!!nós exportamos arte e artista,geramos empregos em dezenas de galerias ,lojas de tintas especializadas na cultura graffiti,entres outros empregos secundários mais importante temos o graffiti como estilo de vida!!!Então por nada nesse mundo deixaremos de pintar com 65 ou sem 65,estaremos GRAFFITI FOR LIVE!!!!


HIP HOP NÃO PARA!!!!

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DF ZULU/SPRAY ATÔMICO